Apesar de o termo growth estar se tornando popular, há muitos mitos envolvendo as técnicas. Alguns profissionais se aproveitam do não conhecimento de muitas empresas para divulgar informações equivocadas e atrapalhar o real crescimento. Pensando nisso, reunimos os quatro mitos sobre growth hacking para você não cair em armadilhas!

MITOS SOBRE GROWTH HACKING

Bala de prata

Um dos principais mitos envolvendo as técnicas de growth, de acordo com as primeiras páginas do livro de Sean Ellis e Morgan Brown, é o que chamam de“bala de prata”.

Muitos profissionais acreditam que o processo de growth foca em descobrir um grande hack que conquistará um estrondoso resultado. É claro que é interessante encontrar uma ideia que traga um crescimento exponencial.

Porém, de acordo com os estudos dos autores da obra, se analisados os resultados de empresas como Facebook, Linkedin, Uber,  Pinterest, entre outras, o bruto das conquistas vieram da junção de pequenos testes que, reunidos, formaram, e formam, um grande número para a empresa.

A contratação de um growth hacker

Um segundo mito é que com a contratação de um profissional de growth com densa experiência são trazidas grandes hacks que trarão resultados estrondosos, assim como trouxe para outras empresas.

Porém, é preciso ter em mente que um hack com ótimos resultados para uma empresa não necessariamente trará bons frutos para outras. Por isso, um profissional de growth precisa estudar o mercado e realizar testes para entender a audiência.

É claro que um profissional especializado e com experiência densa trará facilidade na implementação ou continuação do processo. Mas é preciso ter em mente que isso se dará devido o conhecimento de métodos e não da aplicação de hacks que apenas ele sabe. Ao contrário disso, esse profissional, para desempenhar bem seu trabalho, precisa conduzir vários testes como o jogo tentativa e erro.

 Growth hackers não são mágicos. São apaixonados por testes!

Diferentemente do que essas empresas acreditam, growth é um trabalho em equipe sistematizado e com metodologia.

 “os grandes êxitos são fruto a combinação do know-how em programação com a experiência na análise de dados e no marketing e que pouquíssimos profissionais são mestres em tudo isso” (pág. 26)

Brechas clandestinas

Um terceiro mito é a necessidade de encontrar hacks clandestinos. Casos como o Airbnb utilizando anúncios dentro do Craiglist impulsionaram alguns profissionais a acreditarem neste mito. No entanto, apesar de a empresa ter conquistado bons resultados com a ação, a prática não é a mais indicada.

Inclusive, muitos profissionais quando ouvem esse caso em específico torcem o nariz em reprovação. Além disso, mais uma vez, caso analisados os resultados da empresa, o bruto em termos de resultados não veio dessa ideia. Eles surgiram a partir da junção de vários pequenos hacks.

Pensar que growth hacking é apenas marketing

Um quarto mito é o entendimento de que as técnicas de growth hacking são utilizadas apenas nos departamentos de marketing.

 

Uma empresa focada no crescimento real precisa prestar atenção na ativação, retenção e monetização de clientes. E para conquistar tudo isso é necessário que todos os setores estejam focados em processos de melhoria contínua, e não apenas o setor de marketing.

COMO SER UM HACKER PROFISSIONAL E NADAR CONTRA A MARÉ DOS MITOS?

Com a leitura do livro de Sean Ellis e Morgan Bown é possível concluir que para ser um hacker profissional dos bons é necessário que se tenha um mindset de testes, que não acredite no mito de que um hack estrondoso trará os objetivos da empresa de uma só vez, que não foque em brechas clandestinas, que não enxergue o profissional de growth como mágico com ideias na manga e que tenha a consciência de que o mindset deve ser espalhado por toda a empresa, e não apenas dos departamentos criados para crescimento ou de marketing.

Agora que você conhece os principais mitos sobre growth hacking, chegou a hora de se aprofundar no assunto. Por isso, continue estudando a trilha de growth!

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